A menina que pedia vidas extras

Em 12 de abril de 2012 (segundo a Wikipédia rs) foi lançando um jogo que dois anos mais tarde se tornaria um dos meus vícios (além de séries, filmes, amores platônicos, chocolate, coxinha e leite condensado, que a propósito, são coisas que vão bem com tudo). De fato, o jogo é o tão famoso Candy Crush Saga.

candy ss

Meu amigo diz que o jogo já perdeu a graça, mas eu continuo viciada (e quando eu digo viciada quero dizer que fico olhando para o cronômetro esperando o tempo passar quando acabam as vidas). Atualmente me encontro encalhada no nível 305 e indignada com esse povo que não satisfeito com o estrago que um Candy Crush faz pra pessoa inventaram outro, o Candy Crush Soda, que eu também baixei e estou jogando (nível 169).

candy_crush_iphone_5s_hero

Diário de um viciado: já tentei me desfazer do vicio, tentei a reabilitação forçada quando o jogo travou e não queria mais abrir (mas eu reinstalei e ficou tudo bem :D), tentei odiar o jogo, mas foi em vão. Hoje eu sou uma pessoa dependente, que excluiu aplicativos do banco de dados para ter espaço para baixar a outra versão do Candy, que em 99% das vezes demora em responder alguém no WhatsApp por estar no meio de uma partida e que espera muito que você, leitor, se solidarize com a situação e me envie uma vida extra.

Obrigada!

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2 comentários sobre “A menina que pedia vidas extras

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